segunda-feira, 4
 de 
julho
 de 
2022

Postos estão sem combustível e serviços públicos são suspensos

Com medo de ficar sem combustível, diversos motoristas abasteceram veículos e também galões extras. Foto: Arquivo/O RegionalNa metade da semana, com adesão cada vez maior, a greve dos caminhoneiros já desencadeava uma série de consequências em outros setores, afetando diversas atividades. Os principais efeitos começaram a ser sentidos nos postos de combustível. Como não havia previsão de reabastecimento das bombas, grandes filas se formaram nos estabelecimentos.

No mesmo dia, alguns tipos de combustível já haviam acabado e os estoques foram se esgotando entre ontem e hoje. Heloise Biscaia, do Posto Nuele, de Campo do Tenente, conta que as filas se formaram na quarta-feira e a quantidade de etanol e gasolina foi diminuindo rapidamente. “Restaram poucos litros. Fizemos essa reserva para veículos que atendem emergências, como ambulâncias e viaturas”, explica ela. O diesel ainda é encontrado, já que o movimento de caminhões abastecendo diminuiu consideravelmente desde o início da greve.Movimento intenso nos postos de combustível em Quitandinha fez com que em muitos locais produto acabasse em questão de horas. Foto: Arquivo/O Regional

Serviços públicos também já foram afetados. Devido ao bloqueio da passagem de caminhões, as prefeituras de Piên, Agudos do Sul, Quitandinha e Tijucas do Sul comunicaram que a coleta de lixo está temporariamente suspensa. Devido a dificuldades no transporte escolar, alguns municípios também suspenderam as aulas, como Piên, Tijucas e Quitandinha. As três cidades ainda tiveram reduzidos os serviços de Saúde. Os serviços de entrega dos Correios também foram afetados.

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