quarta-feira, 17
 de 
agosto
 de 
2022

O voto consciente

Teve início oficialmente nesta semana a campanha eleitoral 2016. Mas, diga-se de passagem, pouca gente está conectada no processo eleitoral. Estamos vivenciando uma eleição diferente, em muitos aspectos, mas o principal é realmente essa desconexão da população. Daqui até a eleição são quarenta dias, menos de seis semanas, e o clima eleitoral está longe de ser sentido.
A população brasileira tem pelo menos duas outras grandes preocupações neste momento, que é a crise econômica e o desemprego no país. Certamente, esses temas têm muito mais importância para o cidadão e sua família do que pensar em campanha eleitoral.
Além da reforma promovida pela Justiça Eleitoral, que encurtou a campanha e limitou muitas ações de propaganda eleitoral, o atual momento do país favorece para que o eleitor deixe para mais tarde sua relação com a eleição. Há, de certa forma, uma preocupação neste sentido, quanto menos ligado e mais desinteressado com o processo, menor a possibilidade do voto consciente.
Algumas instituições, como a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), estão promovendo campanhas no sentido de incentivar o voto consciente. A Fiep quer mobilizar as empresas para que elas promovam em seus colaboradores a preocupação em relação ao processo eleitoral. O próprio Tribunal Regional Eleitoral lançou na televisão uma campanha mostrando a função de cada cargo eletivo, no intuito de dar subsídios para o eleitor avaliar seu voto.
O Brasil atravessa uma crise política das mais expressivas, principalmente pelas denúncias de corrupções e prisões da Operação Lava Jato. Em muitos municípios brasileiros, observou-se também o uso do dinheiro e da estrutura pública para favorecimentos particulares. Como mudar tudo isso? Através do voto. Mas, necessariamente, pelo voto consciente. Voto do bem

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