terça-feira, 9
 de 
agosto
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2022

Lutando pela vida, pequeno Bernardo precisa da sua ajuda para tratamento

Esttela tem cuidado do filho na UTI domiciliar, onde ele recebe atendimento de fonoaudiólogo e fisioterapeuta. Foto: DivulgaçãoUma batalha incansável pela vida e que precisa da sua solidariedade. Esta é a história do pequeno lapeano Bernardo Fantin de Souza, de apenas dois anos, que luta contra atrofia muscular espinhal tipo 1, doença degenerativa que afeta a parte muscular.

Segundo a mãe de Bernardo, Esttela Fantin, a doença apresentou os primeiros sintomas aos dois meses de vida. “Notei que ele não se movia tanto e, através de exames médicos, foi constatada a doença, que é considerada rara e extremamente agressiva”, detalhou. Após o diagnóstico, Bernardo travou uma verdadeira guerra pela vida, ficando cerca de oito meses internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Pequeno Príncipe. “Em maio do ano passado, ele recebeu alta do hospital para UTI domiciliar. Antes, ele mexia com os braços e pernas, agora, com a doença avançando, somente apresenta pequenos movimentos nos dedos. Além disso, é necessário um aparelho para alimentação e respiração”, relata Esttela.

O tratamento da doença vem avançando, no entanto, é bastante caro. “Ele precisa receber uma medicação que é fabricada nos Estados Unidos e custa cerca de R$ 3 milhões. São seis doses aplicadas em um ano de tratamento, o que possibilita que a doença não avance e o paciente possa recuperar parte dos movimentos”, explica Esttela. Para arrecadar este valor, a família está promovendo várias campanhas e até o momento angariou cerca de R$ 50 mil. “Agradeço a cada um que tem ajudado na realização das promoções e prestado apoio. As campanhas estão no início e certamente vamos conseguir”, disse. Confira ao lado quais os meios de contribuição.Doação para Bernardo

Esttela fez um apelo para que as pessoas possam ajudar nesta luta para arrecadar o dinheiro necessário. “Eu, como mãe, quero dar uma vida melhor ao meu filho, meu coração fica despedaçado ao vê-lo em uma cama, não tendo forças nem para levantar a cabeça. Vejo no olhar dele a vontade de brincar, correr, falar. Ele é um menino muito inteligente e valente, e é isso que tem nos motivado a seguir lutando”, concluiu.

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