quinta-feira, 27
 de 
janeiro
 de 
2022

Luciane desiste de processo na Justiça Eleitoral

Luciane e Iwerson divulgaram vídeo sobre a desistência na ação. Foto/Reprodução Redes Sociais
Ex-prefeita de Agudos do Sul divulgou vídeo com o anúncio nesta semana. Mesmo assim, trâmite para nova eleição ainda pode demorar

A ex-prefeita Luciane Teixeira, de Agudos do Sul, anunciou nesta semana sua desistência em ação impetrada desde o ano passado na Justiça Eleitoral, dizendo esperar marcação de nova eleição o quanto antes. Ela concorreu na eleição municipal de 2020, mas houve indeferimento de sua candidatura e, mesmo tendo maioria dos votos, não pôde ser diplomada.
Em nota à imprensa, ela disse que após longa espera sem resposta definitiva sobre seu processo no plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu sacrificar o direito de recorrer. Cita que tem a consciência tranquila de que tinha o direito de concorrer nas eleições municipais e que a jurisprudência é favorável para o seu caso. “No entanto, o longo caminho desse processo e a indefinição política do município de Agudos me comovem e, por isso, entendo que a cidade precisa voltar às urnas imediatamente para escolher um novo prefeito ou prefeita. A demora no julgamento do meu caso poderá gerar um desgaste ainda maior da população com a demora na perpetuação no poder pela atual administração interina”, diz o texto. Ao lado do candidato a vice Iwerson Pires, também divulgou um vídeo sobre o tema, no qual fez críticas à atual gestão.
O atual prefeito, Jessé Zoellner, comentou sobre o assunto dizendo que isso vem ocorrendo por irresponsabilidade de pessoas que tentaram enganar e, agora, querem se vitimizar. “Indiferente do que a Justiça decidir, a pedido da população, vereadores e amigos, a gente deixa nosso nome à disposição para possível pleito e para continuar o trabalho que está sendo desenvolvido”, disse.
Segundo a chefe de cartório da 144ª Zona Eleitoral, Roberta Jurask Bueno de Paula, após homologação da desistência, o processo ainda precisa descer ao TRE para depois chegar à primeira instância, o que não acredita que ocorra antes de fevereiro. Quanto à marcação de eleição suplementar, isso deve se dar posteriormente por resolução do TRE de acordo com datas do calendário do TSE.



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