quarta-feira, 29
 de 
junho
 de 
2022

#ForçaChape

Essa foi mais uma daquelas semanas em que o país e boa parte do planeta ficaram mais silenciosos, pensativos e tristes. Não vamos aqui reproduzir a história ou querer jornalisticamente falar sobre o acidente com a equipe da Chapecoense, todos já viram e sabem de tudo o que aconteceu. Mas também não poderíamos deixar de falar dessa tragédia e, principalmente, sobre essa conexão com tamanho gesto de solidariedade e carinho que o mundo expressou dos mais diversos lugares e formas.

Você já se imaginou saindo de casa, se despedindo da família, esposa, filhos, pai, mãe, para ir a um novo dia de trabalho e simplesmente não voltar mais? É muito duro e inimaginável. Mas foi o que aconteceu com esses 71 profissionais. E num momento e forma que chocou a todos nós.

Diariamente, saímos de casa para o trabalho. Também diariamente lutamos por nossos sonhos, pelo melhor para nossas famílias. Embora não exista nenhuma certeza para o amanhã, e ninguém seja dono do seu destino ou futuro, acreditamos sempre que é possível viver um novo dia e construir uma vida boa. E não poderia ser diferente, todos queremos viver mais e melhor. Porém, muitas vezes não refletimos sobre como aproveitar as coisas simples e saudáveis que nos cercam.

Quando acontece uma perda tão expressiva como foi com essas 71 pessoas, há um choque em nossas vidas. Percebemos que somos “um sopro”! Apenas um sopro.

Aos esportistas e desportistas da nossa região, que semanalmente ocupam quatro ou seis páginas desse jornal, vale toda a reflexão. O esporte deve ser sinônimo de alegria, diversão, amizade, e, claro, de competitividade, mas nunca de briga, de raiva e de agressão. Quando saírem de casa, no mínimo, pensem nisso.

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