sexta-feira, 1
 de 
julho
 de 
2022

Criadores devem vacinar rebanho contra a aftosa

Milhares de animais em todo o estado devem ser vacinados nesta etapa da campanha/Foto: DivulgaçãoComeça no dia 1º a segunda etapa de 2015 da campanha de vacinação contra a febre aftosa. O prazo vai até o dia 30 do referido mês. Ela é obrigatória em todos os bovinos e búfalos do Paraná, independente da faixa etária. A aftosa é causada por um vírus e é altamente contagiosa, transmissível por animais doentes e pelas secreções e excreções destes, como saliva, urina, fezes, leite, com rápida propagação e difusão.
Além de vacinar, é preciso comprovar o procedimento. No local onde compra a vacina, o criador recebe um comprovante de vacinação. Devem ser preenchidos todos os dados dos animais existentes e entregues os comprovantes nas unidades locais de sanidade animal ou escritórios e postos da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).
Outra forma de comprovar é pelo site www.adapar.pr.gov.br, em duas etapas, que compreendem o cadastro da venda da vacina pelo revendedor e a comprovação pelo produtor. “Somos área livre de febre aftosa com vacinação, gerando bons negócios para produtores paranaenses”, destaca o veterinário Renato Hammerschmidt, da Lapa, enfatizando que não se pode descuidar e a melhor forma de prevenir é vacinar o rebanho.
Em Tijucas do Sul, a prefeitura anunciou que vai auxiliar os pequenos produtores que possuem animais. O poder público iniciará as ações no município no dia 9 e as vacinas estarão disponíveis na Secretaria Municipal de Agricultura. “Quem não tem cadastro pode fazer na hora”, enfatiza o veterinário Marcos Felipe Wagner Rauth. A prefeitura espera chegar a 3 mil aplicações. Somadas as vacinações particulares dos grandes criadores, o número de cabeças de gado vacinadas no município deve chegar a 5 mil.
A Secretaria Municipal de Agricultura de Agudos do Sul também comunica aos criadores que não fizeram cadastro que se regularizem o mais breve possível no referido setor. O secretário da pasta, Jailson Gonçalves da Luz, salienta que há veterinário conveniado, assim com valor menor aos produtores. Para quem deixar de vacinar ou comprovar, a multa mínima é de R$ 799,00.

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