quinta-feira, 27
 de 
janeiro
 de 
2022

Corpo de jovem é enterrado em Fazenda Rio Grande

Amanda Albach foi morta e teve o corpo enterrado em uma praia catarinense. Foto/Redes Sociais

No último domingo (5), o corpo de Amanda Albach, de 21 anos, que teve o corpo encontrado e enterrado na praia de Santa Catarina, teve o funeral realizado no cemitério da Fazenda Rio Grande, onde morava a jovem.

Amanda foi morta e forçada a cavar sua própria sepultura. A jovem era vendedora e desapareceu no dia 15 de novembro, quando saiu de casa com conhecidos para ir a um clube. A jovem foi sepultada na praia de Irapirubá Norte, em Laguna (SC). A Polícia do Estado de Santa Catarina afirmou que o suspeito afirmou em seu depoimento que obrigaram a jovem a cavar um buraco para enterrá-la e a mataram com dois tiros.

A jovem foi assassinada sob suspeita de filmar um homem armado com histórico de tráfico de drogas na mesma casa em que ela e sua amiga estavam. Ela teria enviado a imagem para um terceiro. Segundo a investigação, o homem tinha medo de ser condenado e cometeu o crime.

De acordo com a polícia, o criminoso obrigou a vítima a andar com uma pá e cavar sua própria cova antes de atirar.

A polícia prendeu três pessoas em Canoas (RS), uma das quais era amiga do promotor, suspeita de envolvimento em um crime.

Um dia antes de seu desaparecimento, 15 de novembro, Amanda foi vista em um clube de praia em Jurerê Internacional, bairro nobre de Florianópolis. O corpo foi encontrado a 90 quilômetros da capital e foi descoberto pela polícia após a prisão do suspeito.

Segundo o delegado Bruno Fernandes, um dos suspeitos apontou o local onde a jovem estava enterrada. Amanda Albach morava na Fazenda Rio Grande e passou as férias em Imbituba com alguns amigos no dia 15 de novembro.

Lá, um homem que morava com o casal em uma cidade litorânea também se juntou ao grupo. No dia 14, todos foram à capital ouvir músicas e viram a jovem pela última vez.

Segundo o advogado da família, Michael Rodrigues Pinheiro, os três suspeitos são de Canoas. No depoimento da polícia, o suspeito levantou uma contradição. A família disse que Amanda enviou mensagem de áudio para a sobrinha via WhatsApp na noite do dia 15 de novembro, informando que iria voltar de carro para sua casa por meio de um aplicativo. O delegado Bruno Fernandes disse em entrevista coletiva que a jovem foi obrigada a gravar uma mensagem para despistar sua família.


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