sexta-feira, 25
 de 
junho
 de 
2021

Casais predominam a procura por adoção nas cidades do suleste

Família de Iracema ficou completa depois que adotou três irmãos

Na Vara da Infância e da Juventude e Família de Fazenda Rio Grande, a maioria das pessoas que são pretendentes à adoção são casadas (32), seguidas por união estável (4), divorciados (2), solteiros (1) e viúvos (1), de acordo com os registros do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento.

O perfil buscado pelos candidatos à adoção são crianças de qualquer etnia (33), seguida de branca (16), parda (14), amarela (3), preta (1) e indígena (1). A maioria dos candidatos busca por crianças menores, até seis anos (18). Em seguida, os candidatos buscam por crianças de até quatro anos (15), e até 8 anos, com 9 registros. As pessoas que procuram crianças de até 2 anos ficaram com 5 registros.

A maioria dos candidatos à adoção aceita a adoção de duas crianças, com 27 registros, e 23 candidatos optam por adotar uma única criança.

Na Vara Criminal, Infância e Juventude e Família da Lapa, majoritariamente, dos 15 candidatos à adoção, 14 registros são de casais e somente um de divorciado. As famílias buscam por crianças de qualquer etnia (9), branca (7), parda (7) e amarela (1). O perfil de crianças para adoção predominante na Vara é de crianças até 4 anos, com 6 registros. Seguida de crianças até 6 anos (5) e 8 anos, com a mesma quantidade de registros (5) e por último com até 10 anos, com 1 registro.

As famílias buscam predominantemente por uma criança (10), contra duas crianças com 7 registros.

Em Rio Negro, como nos demais fóruns, do total de 36 registros, 29 são de casais, 6 união estável e 1 registro de divorciado. A etnia que buscam os candidatos à adoção, são 21 registros para qualquer etnia aceita, 16 para branca, 10 para parda, 8 para amarela e 6 para indígenas. A idade que buscam as pessoas estão com até 6 anos, com 15 registros, até 4 anos com 8 registros, até 2 anos e 8 anos com 5 registros cada.

A maioria dos candidatos busca uma criança, com 21 registros, duas crianças 14 registros e três crianças 2 registros.

A professora de Fazenda Rio Grande, Iracema Fagundes Bussulo, conta que ela e seu marido sempre pensaram em adotar uma criança. Ao entrar na fila e aguardar todo o processo, surgiu a oportunidade de adotar três crianças. “Tinham outras pessoas na nossa frente para adotar, mas não queriam adotar, pois uma das crianças que era um menino, tinha 9 anos”, conta Iracema.

O casal acabou adotando duas irmãs gêmeas e o irmão de 9 anos. “Nós optamos por adotar os três, por isso conseguimos passar pelo processo de maneira mais fácil”, narra a professora. As meninas na época tinham um ano e hoje estão com 13 anos e o menino está com 21 anos.

Iracema conta que buscavam uma criança no início do processo de adoção, porque ela já tinha cinco filhos. “Nós buscamos uma criança, mas surgiram os três, conversamos em família e foi algo maravilhoso, que não me arrependo”, conta.

A professora afirma que se tivesse condições e fosse mais nova, adotaria mais crianças.

Mas por conta do trabalho e da idade, são fatores que a fazem refletir e repensar a atitude.

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