quarta-feira, 10
 de 
agosto
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2022

Banco do Brasil poderá retomar atividade em Quitandinha

Banco do Brasil já registrou vários casos de atentados criminosos no município/Foto: O RegionalNos últimos cinco anos, a agência do Banco do Brasil de Quitandinha sofreu 12 investidas dos criminosos, na última delas, em maio desse ano, os assaltantes fizeram funcionários e clientes de reféns. Depois disso a agência deixou de funcionar. O mesmo já aconteceu com outras instituições bancárias em cidades da região. Cansadas de assaltos, suspenderam atendimento.
Nesta semana, uma reunião realizada em Quitandinha com a presença de representantes do Banco do Brasil, Polícia Militar e prefeitura tratou da possibilidade de retomada de serviços da instituição no município. Segundo o vice-prefeito Marquinhos da Acarpa, é compreensível o motivo para que o banco deixe de trabalhar após tantos assaltos, porém, o grande prejudicado neste caso é o cliente, especialmente os agricultores que atuam preferencialmente com essa entidade financeira. Marquinhos lembrou no encontro que por ano a Secretaria de Agricultura da cidade encaminha ao banco 33 milhões de reais em projetos. São recursos indispensáveis para a atividade agrícola no município. Sem a agência funcionando, a dificuldade de acesso a esse crédito fica ainda maior.
Segundo o vice-prefeito, a prefeitura assumiu o compromisso de instalar nos próximos 45 dias câmeras de segurança em pontos estratégicos e uma central de monitoramento. Já a polícia militar informou que vai ampliar o programa de rondas e serviço de inteligência. O representante do Banco do Brasil na reunião informou que é preciso garantir o mínimo de segurança na cidade e que desta forma deve reabrir com atendimento normal no início do próximo mês.
Assaltos sem resultados – Segundo o representante do Banco do Brasil, os assaltos na sua maioria não resultam positivamente para os criminosos. As agências possuem cofres inteligentes que em casos de explosões ou arrombamentos todas as notas são cortadas e manchadas. Além disso, existe agora um monitoramento permanente pela central em Brasília.

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