segunda-feira, 8
 de 
agosto
 de 
2022

Atividades escolares já foram retomadas em todo o suleste

Caminho para escola voltou a ser realidade para todos os alunos/Foto: O RegionalAgora a corrida é para a recuperação das aulas. Após a assembleia dos professores da rede estadual de ensino realizada na última terça-feira em Curitiba, na qual foi decidido pelo fim da greve da categoria, 100% dos colégios estaduais da região estão em atividade. Com isso, estão em aula os 41 mil alunos da rede no suleste.
Nesta segunda etapa da greve – a primeira havia sido entre fevereiro e março – foram 30 dias letivos de paralisação. Houve colégio que nem aderiu à greve nesta segunda etapa, como um em Rio Negro. Em cidades como Agudos do Sul, Campo do Tenente e Piên, os estabelecimentos de ensino já haviam retomado as aulas há algumas semanas.
Nas demais cidades, as atividades foram sendo restabelecidas nos últimos dias. Segundo a assessora técnica pedagógica Vania Eckermann, do Núcleo Regional de Educação da Área Metropolitana Sul, que abrange as dez cidades do suleste paranaense e outras quatro, cerca de 40% dos colégios da região retornaram após a assembleia.
No programa de recuperação de aulas, que vem sendo oficializado e ainda precisa ser aprovado, o novo calendário irá variar de acordo com a realidade de cada colégio. “É preciso garantir os 200 dias letivos e as 800 horas aula”, reforça Vania. Ela acredita que 60% dos estabelecimentos conseguirão fechar o ano letivo ainda em 2015, enquanto que os demais deverão avançar até fevereiro de 2016.
O Colégio Estadual Alfredo Greipel Junior, de Trigolândia, Piên, tem previsão de conseguir concluir as reposições até 23 de dezembro, segundo a diretora Joelma Uhlig. “Para isso, utilizaremos o recesso de julho e também alguns sábados”, explica ela. Já o Colégio Estadual de Lagoa, de Tijucas do Sul, deverá terminar o atual ano letivo em 2016. Segundo a diretora auxiliar Elisa Claudete, mesmo utilizando o recesso de julho deste ano e os sábados, o calendário deve ser concluído nas primeiras semanas de fevereiro, respeitando as férias de janeiro. A diretora Raquel dos Santos relata que foi alto o número de falta de alunos no dia do retorno.

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