sexta-feira, 25
 de 
junho
 de 
2021

Temporais também castigaram as pontes, bueiros e estradas rurais

Na comunidade do Doce Grande, em Quitandinha, aguá passou por cima da estrada. Foto: Divulgação/Prefeitura de QuitandinhaAlém das famílias desabrigadas e dos prejuízos causados em toda a região, as fortes chuvas deixaram um rastro de destruição nas estradas rurais, pontes e bueiros. Em alguns municípios, os moradores ficaram ilhados devido ao grande estrago causado pelas enchentes.

Uma das cidades que mais registrou destruição neste sentido é Quitandinha, que conta com mais de 2.400 quilômetros de estradas rurais. “Em um primeiro momento, a atenção esteve toda voltada a atender os desabrigados. Posteriormente, iniciamos um mapeamento dos pontos mais críticos para a realização dos serviços emergenciais, visando garantir a trafegabilidade das vias”, detalhou o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Jeferson Wojcik.

Junto aos pontos emergenciais, também estão sendo priorizadas as vias onde passa o transporte escolar e os locais onde residem enfermos e cadeirantes. “Vamos trabalhar nestas duas frentes”, ressalta Wojcik, citando que alguns serviços já estão sendo executados, enquanto que outros dependem que o solo fique mais seco. “Temos muitos bueiros que precisam ser refeitos completamente, somados às estradas que estão em estado precário. Estimamos que será necessário em torno de três meses para que as vias principais sejam todas revitalizadas”, prevê.

Força da água danificou pontes em diversas comunidades em Piên, entre elas no Lageado. Foto: Divulgação/Reprodução/Facebook

Em Piên, o município também teve suas estradas castigadas pelo excesso de chuvas. “Em várias comunidades a água retirou todo o material e será necessária uma manutenção completa, desde uma nova base, a colocação de saibro, patrolamento e serviços de rolo compactador”, conta o secretário de Viação e Serviços Rodoviários, Antônio Negrelli Gabardo, destacando que a prioridade está na construção de pontes. “A chuva levou consigo algumas pontes e comprometeu outras estruturas de madeira que estavam em estado precário. Estamos adequando estes locais para não deixar moradores ilhados. Em seguida, vamos corrigir os pontos mais críticos, tendo preferência as vias onde passa o transporte escolar”, enfatiza. Ainda segundo Negrelli, uma das dificuldades enfrentadas está na precariedade da frota de máquinas e caminhões. “Metade de todo o maquinário está sem condições alguma de uso”, pontuou.

As chuvas também causaram expressivos estragos em várias cidades como Agudos do Sul, Campo do Tenente, Contenda, Lapa, Mandirituba, Rio Negro e Tijucas do Sul.

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