sexta-feira, 25
 de 
junho
 de 
2021

Rodovias têm queda no movimento de veículos em meio à pandemia

Praça de pedágio da Caminhos do Paraná da Lapa apresentou diminuição no fluxo. Foto: Arquivo/O RegionalAs medidas de isolamento social adotadas à nível nacional em decorrência da pandemia do coronavírus já refletem na movimentação de veículos nas estradas brasileiras. Dados da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) apontam que o fluxo pedagiado no país referente a junho de 2020 apresentou crescimento de 18% em comparação ao mês de maio, considerando os dados dessazonalizados, mas em relação a junho de 2019, o índice total ainda teve queda de 22,1%.

Em todo o Paraná, conforme os índices da ABCR, o fluxo total de veículos pedagiados teve uma alta de 2,1% frente a maio, em termos dessazonalizados, impulsionado pelo crescimento de 2,7% do índice de leves em conjunto com a queda de 0,1% do índice de pesados no período. Considerando o mesmo período de 2019, houve uma retração de 13,9%, com o fluxo pedagiado de veículos leves caindo 23,6% e o de pesados aumentando 0,4%.

A concessionária Caminhos do Paraná, que administra o trecho da BR 476 na cidade da Lapa, informou que entre os meses de março e junho de 2020, observou uma redução de 17,7% no tráfego de veículos, em comparação com o mesmo período de 2019. “Neste período, o maior recuo foi de veículos de passeio: -31,6%. Mesmo com a queda na receita, neste mesmo período, a Caminhos do Paraná isentou o pedágio para os profissionais de Saúde, em mais de R$ 70 mil”, detalhou.

Ainda de acordo com a empresa, em relação ao número de atendimentos realizados pelo Serviço de atendimento ao Usuário (SAU), a redução entre março e junho foi de aproximadamente 30% em relação ao mesmo período do ano passado, porém, permanecendo o cumprimento das atividades conforme previsão contratual. “Considerando a permanência da prestação de serviços dentro do período de pandemia, foram estabelecidos procedimentos seguindo as orientações das autoridades da saúde pública, dos quais destacamos: orientação dos colaboradores da obrigatoriedade da utilização correta dos equipamentos de proteção individual; manutenção da distância mínima de 2 metros nos atendimentos; higienização interna dos veículos e desinfecção das ambulâncias, que são realizadas imediatamente após o término de cada atendimento”, finalizou.

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