sexta-feira, 22
 de 
outubro
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2021

Região tem 247 escolas e 73% delas estão localizadas na área urbana

A região suleste do Paraná, somados os dez municípios, possui 247 estabelecimentos na educação básica, dos quais 180 estão localizados em áreas urbanas e 67 na zona rural. Os números levam em conta instituições públicas e particulares de ensino e são do Censo Escolar de 2018, divulgados recentemente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Segundo a Sinopse Estatística da Educação Básica, que traz uma síntese do Censo Escolar, o número de estabelecimentos cresceu levemente no ano passado, superando os 243 de 2017. Os dados de 2018 apontam que 73% das escolas estão localizadas nas áreas urbanas. Apenas dois municípios têm mais instituições na zona rural. São eles Quitandinha e Tijucas do Sul, onde a imensa maioria dos moradores, 72% e 85%, respectivamente, é das áreas rurais, segundo dados do último censo populacional.

Agudos do Sul, Mandirituba e Piên, mesmo tendo maior população rural, têm maioria dos estabelecimentos na área urbana. Muitos municípios, nas últimas décadas, tiveram um processo de nuclearização, com fechamento de várias escolas de pequeno porte, principalmente rurais, e concentração em estabelecimentos estratégicos, com a justificativa de que são mais bem estruturados.

A secretária municipal de Educação de Mandirituba, Maraci Nickel Claudino, recorda deste processo e ressalta que hoje o município consegue oferecer ensino de qualidade em estabelecimentos com melhor estrutura, com quadra, laboratório de informática, internet, entre outros. “Os números dos índices educacionais são prova de que estamos avançando cada vez mais”, enfatiza.

O menor número de escolas na zona rural acaba exigindo mais investimentos dos municípios em relação ao transporte escolar. Mesmo assim, no caso de Mandirituba, Maraci acredita que isto não tem prejudicado a educação. “Temos uma cobertura de transporte escolar que atende todo o município, garantindo transporte aos alunos das redes municipal e estadual nos três períodos. São dezenas de linhas. Recentemente, terceirizamos parte da frota, estando atentos também às questões de acessibilidade, buscando avançar igualmente na qualidade e segurança do transporte”, finaliza.

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