terça-feira, 9
 de 
agosto
 de 
2022

Quatro bairros da região apresentam muito alto desenvolvimento humano

Fazenda Rio Grande tem alguns bairros em que os índices são considerados alto e muito alto/Foto:O RegionalA Região Metropolitana de Curitiba (RMC) aparece na terceira colocação no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) na comparação com outras 16 regiões metropolitanas do país. Apesar da posição de destaque, a região da capital paranaense caiu uma colocação em relação a 2000.
A RMC é formada por 29 municípios e, em 2000, tinha um IDHM de 0,698, evoluindo para 0,783 em 2010. O índice de educação saltou na década de 0,565 para 0,701, o de longevidade evoluiu de 0,793 para 0,853 e o de renda evoluiu de 0,759 para 0,803.
Os dados são do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, divulgado no último mês em Brasília. O levantamento engloba Unidades de Desenvolvimento Humano (UDH), que são recortes territoriais dentro dos municípios e que permitem ver desigualdades. Jorge Chediek, representante do PNUD, chama a atenção para que os dados sirvam para orientar políticas públicas.
No suleste paranaense, a maior parte das UDHs apresenta IDHM médio, com alguns bairros de Fazenda Rio Grande, Lapa e Rio Negro apresentando índices alto e muito alto. Na classificação muito alto, estão as UDHs Centro, da Lapa, com 0,825; Centro (Vila Paraná ), de Rio Negro, com 0,877; e Iguaçu e Nações I, de Fazenda Rio Grande, ambos também com 0,877. Eles possuem seus melhores números no quesito longevidade. A esperança de vida ao nascer, nestes locais, é de 80 anos.
O menor índice de desenvolvimento da região foi verificado nas UDHs Baixo da Lapa/Engenho, na Lapa; Estados, Gralha Azul e Nações II, em Fazenda Rio Grande; e Volta Grande, em Rio Negro; todos com 0,603. O IDHM varia de 0 (muito baixo) até 1 (muito alto desenvolvimento).

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