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Politicando 26/02/2016

Eleições I
Todos aqueles que têm intenção de disputar a eleição desse ano e ocupam cargos públicos devem ficar atentos aos prazos de descompatibilização. Quem ocupa cargo de direção, por exemplo, deverá deixar o cargo seis meses antes do pleito. Secretários municipais, diretores de departamentos e demais gestores de despesas terão que pedir exoneração das suas funções até o dia 2 de abril.
Eleições II
Algumas situações práticas em relação ao prazo de descompatibilização. Em Campo do Tenente, por exemplo, onde o vereador Fuscão Quege (PPS) manifesta interesse de ser candidato a prefeito, o atual chefe do executivo, Jorge Quege (PMDB), por ser irmão de Fuscão, teria que deixar o cargo até 2 de abril. Outra situação, todos aqueles cargos em comissão que possuem função que gera despesa e atendimento direto ao cidadão, é recomendável o afastamento seis meses antes da eleição. Isso inclui, inclusive, os chefes dos setores rodoviários, obras, entre outros.
Quitandinha I
O prefeito de Quitandinha, Márcio Rato (PMDB), esteve na câmara de vereadores na última semana para apresentar a atual situação do executivo municipal. Ele destacou principalmente a expressiva queda de receita e repasses dos governos estadual e federal. Márcio Rato lembrou que o momento de crise no país tem reflexos principalmente nos serviços e atendimentos oferecidos pelas prefeituras. O encontro com os vereadores teve ainda outro destaque, pela primeira vez o prefeito de Quitandinha admitiu a possibilidade de disputar a eleição deste ano. “Não é uma decisão pessoal, depende de muitos fatores”, enfatizou.
Vice-prefeito de Quitandinha, Marquinhos da Acarpa. Foto: DivulgaçãoQuitandinha II
Ainda em Quitandinha, é incerta a permanência do atual vice-prefeito, Marquinhos da Acarpa, no PMDB. Ele disputou as duas últimas eleições pelo partido, agora, com o prazo de janela para troca de siglas, há rumores de que ele poderia trocar o PMDB por outra legenda no município, ficando mais independente para eventual candidatura nas eleições deste ano. Marquinhos questionou em algumas oportunidades sua representatividade e espaço dentro do PMDB e do executivo local.
Agudos do Sul I
Os vereadores de Agudos do Sul decidiram mudar, pela segunda vez na gestão, o dia de realização das reuniões do legislativo municipal. A partir da próxima semana as sessões na câmara municipal vão acontecer todas as segundas-feiras, às 9 horas. Segundo o presidente da casa, Amilton Bizzotto (PSDB), o dia e horário possibilitam uma maior participação da população nas reuniões, já que neste dia e horário, há transporte público das comunidades rurais. É a única câmara de vereadores da região com sessão em horário comercial.
Agudos do Sul II
Sem grandes manifestações sobre o pleito eleitoral desse ano, o prefeito de Agudos do Sul, Antonio da Luz (PP), declarou nesta semana que a chapa majoritária para a disputa municipal nas eleições de outubro será definida em convenção. Segundo ele, será uma definição democrática num grande encontro com os partidos da base aliada e os pré-candidatos a prefeito e vice-prefeito. “Sabemos que só existem duas vagas, então deve prevalecer a democracia, coerência e bom senso do grupo”, explicou.
Rio Negro I
Em Rio Negro, os dois principais candidatos na eleição deste ano, vem mantendo posturas diferentes no pré-debate eleitoral. O ex-prefeito Alceu Swarowski (PSB) aproveita as redes sociais e o contato com algumas lideranças para alfinetar a atual administração com críticas à política de atração de investimentos e promoção de emprego e renda. Já o atual prefeito, Milton Paizani (PSDB), adotou o silêncio em relação ao adversário. Afirma que seu governo tem avançado em vários setores e que não precisa antecipar o debate eleitoral porque tem o respaldo da população.
Rio Negro II
O prefeito Milton Paizani garante que seu grupo fará uma grande composição para a eleição de outubro próximo. Além do PSDB, ele afirma que estarão na coligação o PP, PSC, PDT, DEM, PMDB, PTB, PSL, PSD, SD, PV, PR, PROS, PMB e PTC. Sobraria para Alceu Swarowski o PSB, PPS, PSDC e PRTB. Até julho, quando definem-se as composições, o cenário pode mudar.

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