O mercado brasileiro de galpões industriais e logísticos fechou 2025 com indicadores robustos, marcando a menor taxa de vacância da história, em torno de 7,3% a 7,9%, segundo dados de consultorias como JLL, Buildings e Cushman & Wakefield. Impulsionado pelo e-commerce e pela modernização das cadeias de suprimentos, o setor viu absorção líquida superior ao novo estoque entregue, com preços médios de locação subindo para cerca de R$ 29 a R$ 31 por m² – alta de até 17% em regiões como São Paulo.
Especialistas projetam para 2026 manutenção de vacâncias baixas, com aumento moderado nos aluguéis e foco crescente em sustentabilidade e eficiência energética, em meio a investimentos privados bilionários em infraestrutura logística.
Nesse cenário aquecido, empresas especializadas em estruturas metálicas para armazenagem ganham destaque. A Delta Industrial, metalúrgica instalada no Distrito Industrial de Ponta Grossa no Paraná, por exemplo, vem apostando em soluções sustentáveis para atender a demanda:
“Com a vacância em níveis recordes e a pressão por operações mais verdes, estamos desenvolvendo linhas de porta-pallets, mezaninos e estantes com materiais mais resistentes e sustentáveis, além de designs que facilitam a automação, reduzindo o consumo energético em até 15% nos galpões dos clientes”, explica Jocelito Ribeiro diretor da empresa.
Jocelito explica que a baixa taxa de vacância e a falta de espaços para a construção de novos galpões obriga que as empresas otimizem ao máximo seus espaços para fazer frente aos desafios do crescimento de demanda:
“Quando olhamos para um galpão, precisamos pensar nele com o aproveitamento máximo das estruturas, por isso, as soluções precisam ser personalizadas e de acordo com a expectativa do cliente e do que o mercado irá demandar” finaliza Ribeiro.

