segunda-feira, 15
 de 
agosto
 de 
2022

Atitudes para o futuro

Encerramos o ano com inúmeras incertezas, principalmente no Brasil, onde se estabeleceu uma crise política e econômica sem precedentes. No campo político, o desdobramento dos escândalos de corrupção e do mau uso do dinheiro público em todas as esferas. Gente que roubou muito, os milhões de grandes negócios nacionais e internacionais. E gente que rouba qualquer quantia, da merenda escolar ou do medicamento do postinho de saúde. Na área econômica, o aumento da inflação, o desemprego, a desvalorização da moeda, e a paralisação dos investimentos deixaram o país no ponto-morto. Infelizmente ainda assistimos desastres como o ocorrido em Minas Gerais, ataques terroristas em Paris, a saga dos refugiados no oriente e a guerra em muitos cantos do planeta. Um ano de muitos acontecimentos e que exigem toda reflexão possível: que mundo estamos produzindo e que atitudes precisamos para mudar e evitar tantos maus feitos.
Neste ano também acompanhamos, mais recentemente, a tentativa de consenso dos principais países do planeta em ações que minimizem o problema do aquecimento global. Cada vez mais as tempestades, tsunamis, estiagens, tornados, entre outros fenômenos da natureza estão mostrando que é preciso agir rápido e organizado na proteção da vida terrestre.
No plano local, é importante ressaltar que todas essas questões estão mais do que presentes em nossas vidas. Independente se você resida num grande centro como San Francisco, nos Estados Unidos, Bangalore, na Índia, São Petesburgo, na Rússia, ou Piên e Agudos do Sul, no interior do Paraná. A forma de educação dos nossos filhos, do nosso comportamento em sociedade, de como separamos e destinamos nosso lixo, da utilização da água, da consciência do voto, tudo tem relação direta com a crise, a corrupção, o aquecimento global, a preservação da natureza e o tipo de futuro que imaginamos.
Há os que acreditam que são capazes de contribuir para melhorar o mundo, e aqueles que simplesmente vivem um dia após o outro sem nenhum compromisso neste sentido. Como há, infelizmente, alguns que se prestam a prática da destruição e do crime. Neste misto de civilização e barbárie é que precisamos redobrar nossas forças, capitalizar o maior número de pessoas do bem e multiplicar iniciativas positivas. Não depende de apenas um de nós, depende de muitos, muitos de nós. Pensem nisso. Um novo ano está aí, atitude!

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