sexta-feira, 3
 de 
dezembro
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2021

A Agenda 2030 – Objetivo 15 – Vida terrestre

Uma publicação da revista científica Frontiers in Forests and Global Change revela que somente 3% da superfície terrestre pode estar ecologicamente intacta com a mesma abundância de espécies que havia no ano 1.500 d.C. O Deserto do Saara, regiões frias da Groenlândia e norte do Canadá foram algumas destas regiões. A Amazônia brasileira também foi citada como área de extremo risco de perda de biodiversidade. Estes dados somente ratificam o impacto desastroso da humanidade.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 15 da Organização das Nações Unidas (ONU) trata da proteção, recuperação e promoção do uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gestão de forma sustentável das florestas, combate a desertificação, detenção e reverção da degradação da terra e detenção da perda de biodiversidade. Fazem parte desta ODS 15: até 2020, assegurar a conservação, recuperação e uso sustentável de ecossistemas terrestres e de água doce interiores e seus serviços; até 2020, promover a implementação da gestão sustentável de todos os tipos de florestas, deter o desmatamento, restaurar florestas degradadas e aumentar substancialmente o florestamento e o reflorestamento; até 2030, combater a desertificação, e restaurar a terra e o solo degradado, e lutar para alcançar um mundo neutro em termos de degradação do solo; até 2030, assegurar a conservação dos ecossistemas de montanha para melhorar a sua capacidade de proporcionar benefícios, que são essenciais para o desenvolvimento sustentável; tomar medidas urgentes e significativas para reduzir a degradação de habitat naturais, estancar a perda de biodiversidade e, até 2020, proteger e evitar a extinção de espécies ameaçadas; garantir uma repartição justa e equitativa dos benefícios derivados da utilização dos recursos genéticos, e promover o acesso adequado aos recursos genéticos; tomar medidas urgentes para acabar com a caça ilegal e o tráfico de espécies da flora e fauna protegidas, e abordar tanto a demanda quanto a oferta de produtos ilegais da vida selvagem; até 2020, implementar medidas para evitar a introdução e reduzir significativamente o impacto de espécies exóticas invasoras em ecossistemas terrestres e aquáticos, e controlar ou erradicar as espécies prioritárias; até 2020, integrar os valores dos ecossistemas e da biodiversidade ao planejamento nacional e local, nos processos de desenvolvimento, nas estratégias de redução da pobreza, e nos sistemas de contas.

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