segunda-feira, 14
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junho
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2021

TSE mantém prazos do calendário eleitoral

Caso não haja mudanças no cronograma, eleitores devem escolher novos prefeitos e vereadores no mês de outubro. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilCaminhando para uma crise sem precedentes em decorrência do novo coronavírus, o país está vivendo um grande dilema em várias frentes. No cenário político não é diferente e até mesmo a realização do próximo pleito eleitoral pode estar ameaçado. Na última semana, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se posicionou oficialmente sobre o tema e garantiu que, momentaneamente, o calendário eleitoral está mantido.

De acordo com a presidente do TSE, Ministra Rosa Weber, no presente momento há plenas condições materiais de cumprimento do calendário eleitoral. “Apesar dos empecilhos enfrentados, estamos adequando toda a rotina seguindo as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das autoridades médicas e sanitárias”, destaca a ministra, salientando que é prematuro tratar do adiamento das eleições municipais deste ano. “Seguimos acompanhando atentamente a evolução diária do cenário nacional, inclusive para eventuais reavaliações, mantidas as atividades essenciais à realização das eleições”, enfatiza.

Os primeiros prazos do calendário eleitoral serão encerrados na próxima semana. Em um dos tópicos, os políticos com mandatos em vigência têm até hoje para realizarem a troca de partido sem perderem seus cargos. E amanhã é o prazo final para os que pretendem se candidatar se filiarem aos partidos políticos. No entendimento do TSE, ambos os processos não estão comprometidos haja visto que podem ser realizados pela internet.

Paralelamente, os senadores e deputados já sinalizaram a possibilidade de utilizar o recurso do fundo eleitoral, que é de R$ 2 bilhões, para o combate da pandemia. Esta medida seria utilizada caso haja um grande agravamento desta doença em todo país. Caso isso se confirme, as eleições municipais seriam canceladas e unificadas com o pleito de escolha de presidente e governador, medida está já cogitada em outras ocasiões.

Apesar de toda a instabilidade quanto a realização do pleito, os grupos políticos na região seguem se mobilizando na formação das legendas e na filiação de possíveis candidatos. Assim como em outros pleitos, a grande dificuldade tem sido completar o coeficiente mínimo de mulheres.

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