sábado, 21
 de 
maio
 de 
2022

Tempo perdido

Enfim a greve acabou. Na metade do mês de junho, que fecha o primeiro semestre do ano, os estudantes da rede estadual de ensino regressaram às salas de aula. Ficaram longos dias sem estudar e agora terão o desafio de recuperar o tempo perdido. Será possível? O ano letivo vai avançar finais de semana, feriados e período de férias, não será tarefa fácil.
Como muita gente e quase todos palpitaram sobre os motivos da greve e a forma como se deram as negociações e confrontos, abdicaremos de falar dentro desse contexto. Mas engrossamos o questionamento sobre as perdas que nossos estudantes poderão ter com a redução dos dias de aula ou a forma atropelada que elas possam acontecer.
A grande preocupação é com as sequelas que a greve possa produzir naqueles que dependem do ensino público para sonhar com um futuro melhor e ter o melhor preparo possível numa eventual disputa com alunos de escolas privadas. Mais preocupante ainda a situação de estudantes do último ano do ensino médio em vésperas de prova do Enem e vestibulares.
Conhecemos o comprometimento dos professores que dignificam os colégios da região e caberá também a todos eles o bom senso e baterias a mais de disposição. Há uma maratona pela frente e não será nada fácil fazer com que todos possam concluí-la com êxito, até porque, nesta prova todo mundo já começou atrasado.

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