sexta-feira, 24
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setembro
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2021

Secretarias de Saúde reforçam os cuidados contra sarampo no Paraná

Com a confirmação de casos recentes da doença, profissionais da saúde estão intensificando as atividades de vacinação da população. Foto: Jaelson Lucas/AENÓrgãos de saúde de todo o país estão intensificando a vacinação da população contra o vírus do sarampo. No Paraná, cuidados para a prevenção da doença, além da febre amarela e a dengue, foram debatidos em reunião, na última terça-feira, coordenada pelo vice-governador Darci Piana, e o secretário da Saúde Beto Preto.

Na ocasião, foi apresentado um balanço apontando que até a semana passada foram sete casos confirmados laboratorialmente de sarampo no Estado, todos importados de São Paulo e Santa Catarina, em um universo de 24 suspeitas. Quatro desses casos foram em Curitiba, um na região metropolitana, além de dois no interior.

Por isso, reforçou Beto Preto, o Estado trabalha para ampliar o índice de vacinação contra a doença. “Há ainda uma grande quantidade de paranaenses não vacinados ou vacinados parcialmente, o que confere também uma proteção parcial. Abrimos agora uma nova janela de proteção e tenho certeza de que vamos ultrapassar a meta de 95%”, destacou.

Em Fazenda Rio Grande, as unidades de saúde já vêm atuando na prevenção de um possível surto, com medidas educativas voltadas para a população, bem como intensificando as ações de vacina, com intuito de atingir a meta de vacinação do público alvo. “A vacina está sendo disponibilizada nas doze unidades de saúde do município. Para o público infantil, além do esquema vacinal, que prevê a imunização a partir dos 12 meses de vida, com reforço da dose aos 15 meses, está disponível a dose zero, voltada para crianças entre seis meses e menores de um ano”, explica a diretora de Vigilância em Saúde, Nelceli Garcia.

Ainda conforme a diretora, a vacina também está disponível para o público adulto. “Quem ainda não completou 30 anos deve receber duas doses e a partir dessa idade é necessário apenas uma dose da vacina. Quem nunca teve a doença e não possui comprovante de vacinação deve ir até a unidade de saúde para realizar a imunização”, detalha Nelceli, reforçando a necessidade da imunização. “A vacinação é a melhor forma de prevenção”, conclui.

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