quarta-feira, 10
 de 
agosto
 de 
2022

Queda do Brasil em ranking de corrupção deve servir de estímulo para a sociedade, diz Campagnolo

Campagnolo destaca a importância do combate a corrupção/Foto: Mauro FrassonO presidente do Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, afirmou que a queda do Brasil no ranking global da corrupção, divulgado na última quarta-feira pela Transparência Internacional, deve servir de estímulo para que toda a sociedade se mobilize ainda mais na busca pelo fim dos desvios de recursos públicos. Em 2015, o Brasil foi o país que apresentou a maior queda no ranking anual, passando da 69ª para 76ª posição, entre 168 nações pesquisadas. A lista é liderada pela Dinamarca, considerada o país menos corrupto do mundo.
A Transparência Internacional aponta que o motivo para a queda acentuada do Brasil é a operação Lava Jato, que fez aumentar a percepção de corrupção no país. Para Campagnolo, mesmo com a perda de posições, essa constatação pode trazer consequências positivas. “Ao mesmo tempo em que fez os brasileiros perceberem ainda mais claramente a dimensão da corrupção no país, a Lava Jato vem sendo um marco para o Brasil ao investigar a fundo e punir os envolvidos nos desvios, independente do poder político ou econômico que possuam”, afirma. Na opinião do presidente do Sistema Fiep, o momento é propício para que o Brasil comece a reverter a imagem de país corrupto evidenciada pela má posição no ranking global.

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on telegram
Telegram
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email