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novembro
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2021

Paraná é pioneiro ao aderir a plano para redução de mortes no trânsito

Documento foi revisado, aprimorado e publicado no dia 17 de setembro. Foto: Geraldo Bubniak/AEN
Ações e metas previstas no novo Pnatrans pretendem preservar 86 mil vidas no período de 10 anos

O Paraná foi o primeiro estado a firmar compromisso com o novo Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), do governo federal. Revisado, aprimorado e publicado em 17 de setembro, o documento prevê metas focado em reduzir o índice de mortos no trânsito e conta com a inclusão de princípios e ações que alinham o País à agenda global de segurança viária.

Além disso, o plano reforça o compromisso de reduzir em pelo menos 50% as mortes no trânsito brasileiro dentro de um período de 10 anos. A formalização do compromisso do Paraná foi assinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, durante evento de abertura da Semana Nacional de Trânsito, em 20 de setembro, e que contou com a presença do secretário Nacional de Trânsito, Frederico de Moura Carneiro.

O governador reiterou a importância da participação do Estado e o cumprimento das ações. “O Paraná faz a adesão ao Pnatrans porque é uma iniciativa importante para nossa meta de reduzir vítimas do trânsito, o que é a prioridade nesta área, e que consequentemente reduz custos com saúde pública”, disse Ratinho Junior. “O Detran-PR é um dos mais modernos e inovadores do País e reforça constantemente ações de segurança e, principalmente, de educação no trânsito. Seguimos sempre em busca de novas soluções para as cidades paranaenses e para aperfeiçoar o serviço que é entregue à população. E o Pnatrans é uma ferramenta essencial para isso”, afirmou.

A Senatran, do Ministério da Infraestrutura, é o órgão federal à frente do Plano e, de acordo com o secretário Frederico Carneiro, as ações e metas previstas no novo Pnatrans têm o potencial de preservar 86 mil vidas no período e os gastos evitados com saúde pública e previdência chegariam a R$ 290 bilhões.

Além da redução de mortes e lesões, o plano busca ainda aumentar em 20% a participação de modos ativos na mobilidade urbana do Brasil. Seis pilares direcionam as ações do Pnatrans: gestão de segurança no trânsito, vias seguras, segurança veicular, educação para o trânsito, atendimento às vítimas e a normatização e fiscalização.

 



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