terça-feira, 26
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outubro
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2021

Justiça nega pedido de soltura a Gilberto Dranka

Prisões foram realizadas no mês de janeiro em uma operação efetivada pelo Cope. Foto: Carlos Soares/Departamento de Polícia Civil do ParanáO ex-prefeito de Piên, Gilberto Dranka, segue em prisão preventiva enquanto aguarda o seu julgamento. Ele é um dos quatro acusados de envolvimento no atentado ocorrido em dezembro de 2016 contra o prefeito eleito Loir Dreveck. Na ocasião, Dreveck foi baleado na cabeça quando se deslocava de carro na rodovia entre Piên e São Bento do Sul. O prefeito eleito chegou a ser hospitalizado, mas morreu três dias depois.

Na semana anterior ao assassinato de Loir Dreveck, o técnico de segurança do trabalho Genésio Almeida foi morto a tiros na mesma rodovia, supostamente teria sido confundido com Dreveck. Por isso, os acusados respondem por duplo homicídio.

No início desse mês, os advogados de GilbeGilberto Dranka alegou inocência em vídeo. Foto: Reproduçãorto Dranka solicitaram que fosse expedido alvará de soltura e a concessão de habeas corpus liberatório em favor do ex-prefeito. Segundo o pedido, não há fundamento idôneo para a medida preventiva, que se caracteriza como punição antecipada do acusado.

A solicitação, que foi feita ao Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, foi negada. Em despacho do relator Clayton Camargo, enfatiza-se que o crime trouxe intranquilidade à comunidade. Além disso, consta ainda que segundo as investigações preliminares, o acusado, mesmo após a execução de uma pessoa por engano, teria prosseguido no pranejamento de matar a vítima inicialmente visada até a sua efetiva conclusão, no caso Loir Dreveck.

Gilberto Dranka foi preso em operação do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) realizada em Piên no dia 31 de janeiro. Cerca de um mês depois, foi decretada a prisão preventiva. Além dele, também estão presos o ex-presidente da câmara de vereadores, Leonides Maahs, Orvandir Pedrini e Amilton Padilha.

Todos os quatro envolvidos nos dois crimes estão respondendo por associação criminosa e homicídio qualificado.

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