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novembro
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2021

Com avanço de 13,3%, indústria do Paraná fica entre os três melhores resultados do país

Indústria paranaense vem apresentando importantes avanços. Foto: Rodrigo Felix Leal/AEN
Desempenho é do período de janeiro a setembro. Estado se destaca ainda no acumulado do ano, com o segundo melhor resultado no Brasil, um avanço de 13%

A indústria paranaense apresentou um novo avanço e foi a terceira que mais cresceu no País, com alta de 13,3% entre janeiro e setembro, na comparação com os primeiros nove meses do ano passado, conforme divulgado ontem (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos 15 locais analisados pelo órgão, apenas dez aumentaram a produção industrial no acumulado do ano, com avanço de 7,5% na indústria nacional no período.

O Paraná ficou atrás apenas de Santa Catarina (18,1%) e de Minas Gerais (14,%). O Estado ainda foi uma das poucas unidades federativas com avanço na atividade industrial especificamente em setembro de 2021, ante o mesmo mês do ano passado, com crescimento da indústria paranaense no período de 0,9%, superado apenas pelo Rio de Janeiro (5,3%), Minas Gerais (5%) e Santa Catarina (1,5%). Apenas os quatro estados apresentaram resultado positivo no período, sendo que, no País, a produção industrial recuou 3,9%.

Conforme pesquisado pelo IBGE, assim como na maioria das regiões brasileiras, houve queda na produção paranaense entre agosto e setembro deste ano, com redução de 0,4%, mesmo resultado da média nacional.

Setores – O aumento da indústria no Paraná no acumulado do ano foi puxado pela fabricação de máquinas e equipamentos, diante de uma evolução de 73,1% nos primeiros nove meses na comparação com o mesmo período de 2020, seguida pela produção de veículos automotores, reboques e carrocerias (44,3%) e de produtos de madeira (33,8%).

Avançaram ainda a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (30%); produção de minerais não metálicos (20,1%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,6%); móveis (8,8%); bebidas (7,7%); produtos de borracha e de material não plástico (6,1%); outros produtos químicos (6%) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,6%). Apresentaram retrocesso a indústria de produtos alimentícios (-6,3) e de celulose, papel e produtos de papel (-1,7%).

Considerando o acumulado dos últimos 12 meses, aumentaram a produção as fábricas de máquinas e equipamentos (61,7%); produtos de metal, não incluindo máquinas e equipamentos (33,7%); produtos de madeira (32%); veículos automotores, reboques e carrocerias (26,2%); produção de minerais não metálicos (22,2%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (14,8%); e de móveis (11,1%); bebidas (9,5%); produtos de borracha e de material não plástico (8,3%); coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,9%); e outros produtos químicos (2,6%). A queda foi na produção de produtos alimentícios (-2,6%) e de celulose, papel e produtos de papel (-1,7%).

Já no comparativo entre setembro deste ano com setembro de 2020, houve avanço na fabricação de máquinas e equipamentos (35,9%); outros produtos químicos (7,1%); produção de minerais não metálicos (6,6%); produtos de madeira (4,2%); produtos de metal, não incluindo máquinas e equipamentos (11,7%). Além disso, não houve variação na indústria automotiva de um ano a outro, porém, foram observadas quedas no período nas indústrias de móveis (-20,6%); produtos de borracha e de material não plástico (-8,8%); produtos alimentícios (-6,8%); bebidas (-5,2%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-4,6%); celulose, papel e produtos de papel (-2%); e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,4%).

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