segunda-feira, 27
 de 
setembro
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2021

Central Hidrelétrica vai gerar energia para abastecer 63 mil pessoas na Lapa

As obras iniciam no mês de outubro. Foto: Prefeitura da Lapa

O prefeito da Lapa Diego Ribas, o coordenador da Agência do Trabalhador Odinir Tenório e a responsável pela intermediação de vagas do Sine Julia Favaro receberam na manhã de terça-feira (14), os representantes da empresa CPFL Renováveis Vinícius Nunes – gestor socioambiental, José Estevão dos Santos, coordenador do centro de comunicação e Marcos Vinícius Leite Gomes, comunicador social.

O objetivo do encontro foi alinhar as estratégias de impacto econômico e social que o empreendimento vai gerar nas duas cidades. As obras terão início na segunda quinzena de outubro e serão construídas na Bacia do Rio Paraná, no Rio Iguaçu, na divisa entre a Lapa e o Porto Amazonas.

O prefeito Diego Ribas comemorou a concretização do empreendimento. “Teremos uma nova realidade na Lapa, desde a geração de emprego, o progresso, crescimento e incremento no orçamento municipal quando a unidade entrar em operação”, disse.

Novos empregos – A CPFL e suas empresas parceiras farão o recrutamento de grande parte da mão de obra exclusivamente nas Agências do Trabalhador da Lapa e de Porto Amazonas. Segundo o coordenador do Sine, Odinir Tenório, é importante que os interessados busquem desde já encaminhar currículo na Agência do Trabalhador ou atualizar o cadastro já existente.

A empresa adota também um plano de responsabilidade social, priorizando a contratação de trabalhadores desempregados assistidos pelo Cras.

A Agência do Trabalhador da Lapa está localizada na rua Barão do Rio Branco, 1800. O horário de atendimento é de segunda à sexta das 09h às 12h e das 13h30 às 17h.

A CPFL é hoje líder nacional na produção de energia renovável e está presente em diversos estados brasileiros. A unidade PCH Lúcia Cherobim a ser instalada no Rio Iguaçu terá uma capacidade de 28 MW, suficiente para abastecer 63 mil pessoas. Na próxima semana, um encontro deve reunir o Poder Público, gestores das pastas diretamente ligadas e entidades representativas para debater os impactos socioeconômicos que serão gerados.



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