segunda-feira, 26
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fevereiro
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2024

Associação de catadores reforça importância da destinação correta do lixo

Associação tem realizado um importante trabalho na reciclagem de materiais. Foto: Assessoria de Imprensa/Prefeitura de Piên
Entidade de Piên pede para que a população ajude na forma de encaminhar o material para a coleta seletiva

Todo o material recolhido por meio da coleta seletiva em Piên agora tem um destino correto e sem custos para o município. Antes, o que era destinado ao aterro, hoje é material de trabalho e geração de renda para catadores da cidade, por meio da recém-criada Associação de Catadores Vale Verde, que separa os itens e comercializa para a reciclagem, com o lucro arrecadado convertido em salário para os associados.

No entanto, para que o trabalho funcione de forma correta, é necessária a conscientização da população na hora de destinar o material. Os integrantes da Associação pedem para que os munícipes fiquem atentos com a forma de encaminhar os residíuos para a coleta seletiva, os quais devem ser limpos e não conter qualquer resquício de alimento.

De acordo com Augenir dos Santos, trabalhador e membro do conselho fiscal da associação, essa ajuda dos moradores é essencial para otimizar as atividades de reciclagem. “Pedimos para que os moradores separem o lixo, coloque-o para fora no dia correto e que, de preferência, não o misture com o material comum, pois isso dificulta no processo de reciclagem”, pede.

O colaboradores José Vilmar Palhano conta que, além de gerar emprego e renda, o lixo reciclável em Piên ajuda os recicladores a levarem comida para casa, e quando não há a separação correta, o material, que poderia reverter em benefício para parte da população, acaba sendo destinado para o aterro sanitário, localizado em Fazenda Rio Grande. “Se esse material reciclável for para o lixo, resulta em prejuízo para as pessoas e também para o meio ambiente”, afirma.

Palhano reforça ainda que entre as práticas que são proibidas por lei, está a queima dos resíduos em casa. “Muitas pessoas do interior tinham essa prática de queimar os lixos. Além de ser proibido, quando o processo é feito de maneira correta, ajuda no nosso sustento”, explica o trabalhador, apontando alguns cuidados que precisam ser tomados pelos pienenses. “Pedimos que as pessoas evitem misturar os cacos de vidro. Sempre que puder, coloquem em caixas de leite, para que acidentes não ocorram na associação”, aponta.

A secretária da Associação, Maria Bernadete Pereira Cardoso, afirma que a principal meta é em breve começar a receber os materiais recicláveis de empresas, destacando que com a destinação destes resíduos, a arrecadação deve dobrar. “Hoje não ganhamos muito, mas a nossa esperança é, em breve, poder receber materiais das firmas”, diz.

Os valores arrecadados pelas pessoas que trabalham na associação variam entre R$ 500 e R$ 1,2 mil mensais. Empresas da cidade que produzem material que pode ser destinado para a coleta seletiva, também podem contribuir com a entidade. Basta colocar os materiais nos dias de coleta seletiva ou em caso de volumes maiores, podem entrar em contato pelo telefone (41) 99615-6440, com Maria.



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