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2026

Tecnologia reduz tempo de produção em indústria aeronáutica e montadoras

ztrax/Divulgação

Quanto tempo uma fábrica leva para começar a produzir e finalizar algum pedido? Como saber se uma ordem de serviço está atrasada ou não? Parece uma pergunta qualquer, mas essa é uma dor real das indústrias que ainda não usam a tecnologia como apoio.

As linhas de produção modernas estão cada vez mais customizadas, e isso faz com que a produção não pare por falta de uma peça específica, é o que conta Rigoberto Costa, diretor da ztrax, empresa pioneira no monitoramento de pessoas e ativos:

“Esta é uma das maiores dores das montadoras: conseguir eficiência operacional com processos de produção mais ágeis, sem perda de tempo para encontrar onde cada peça e componente está”, explica o diretor.

Segundo o especialista, para garantir alta produtividade e alto volume de produção, não é possível que se perca tempo localizando o que deveria estar à mão. Durante o processo de montagem, por exemplo, a movimentação constante de componentes e ferramentas entre as etapas exige o acompanhamento preciso do fluxo interno para evitar gargalos ou paradas na linha de produção.

“Um desafio que se mantém há décadas, principalmente na indústria brasileira, é a agilidade. Como rastrear a movimentação de insumos essenciais na linha de montagem com precisão e rapidez? Somente com tecnologia. Essa dor segue na indústria brasileira”.

Segundo Rigoberto, a solução mundialmente aceita é o uso de tecnologia Bluetooth (BLE) para monitoramento indoor de peças, empilhadeiras e veículos.

As fábricas brasileiras ainda insistem com tecnologias ultrapassadas?

No Brasil, a adoção desse tipo de solução ainda está começando a ganhar espaço, mas os resultados europeus mostram que caminho deve ser seguido pela indústria nacional com urgência para que não se perca em competitividade:

“Quando falamos em ganho de escala, falamos de horas ou até dias em alguns casos, para minutos, com soluções modulares e que possuem APIs de integração, permitindo que os dados coletados sejam enviados para sistemas de terceiros (como WMS, ERP ou BI), adaptando-se à infraestrutura já existente” finaliza Costa.

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