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2024

Aos 60 anos, Emater tem destacada atuação

Propriedade do agricultor Roberto Furst é uma das que contam com o serviço da Emater. Foto: Arquivo/O RegionalNa última semana, a Empresa de Assistência e Extensão Rural do Paraná (Emater) completou 60 anos de atividade no estado. Ela foi fundada no dia 20 de maio de 1956 e já teve várias denominações. Inicialmente era Escritório Técnico de Agricultura (ETA), depois Acarpa, Emater e, por fim, Instituto Emater.
A história da entidade se mistura com a próprio desenvolvimento da agricultura paranaense ao longo dos anos. A Emater é responsável pelas atividades de extensão rural junto aos pequenos produtores rurais.
Segundo o extensionista municipal Augustinho Carlo Treméa, de Agudos do Sul, a Emater atende os agricultores buscando alternativas e procura fazer com que eles tenham uma vida no campo com dignidade. “As tecnologias nos dias de hoje têm que chegar no campo para ajudar a atividade agrícola e proporcionar o bem-estar da família rural”, explica. “O homem do campo deve ser valorizado, não só pela produção de alimentos, mas também pelo cuidado com as águas”, enfatiza.
Para a Emater de Piên, a comemoração é dupla, já que no próximo dia 6 de junho serão completados 50 anos da entidade no município. O veterinário Jair Zeferino buscou um breve histórico da Emater local, apurando que nas primeiras décadas a principal ação foi procurar melhorar a produção de milho e também a genética de cavalos, além da introdução de suínos de raça. Os programas de financiamento foram iniciados na década de 80, bem como a distribuição de calcário.
Nos anos 90, o crédito rural deslanchou. “Um exemplo são os tratores, antes eram 50, hoje são mais de 800”, destaca Zeferino. Nos últimos anos, a atuação tem se voltado mais para o auxílio da parte econômica das propriedades. Segundo o veterinário, o trabalho evoluiu muito. Ele cita os cursos oferecidos, trabalhos relacionados à moradia e energia rural, distribuição de mudas, legalização de terras, entre outros, sempre procurando melhorar a atividade e a qualidade de vida no campo.
Roberto Furst, morador da comunidade da Boa Vista, que cultiva fumo, milho e feijão, é agricultor há quase 50 anos e relata o apoio oferecido pela Emater. “Em tudo o que dependemos, a entidade sempre nos auxiliou, principalmente com a presença do técnico que nos passa diversas orientações e esclarece nossas dúvidas. Sempre que possível também participamos dos eventos e cursos promovidos pela Emater”, conta.

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