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Em leis de fomento, municípios integram roteiros turísticos

6 de outubro de 2017 em Geral - Comente

Com uma história bastante rica, cidade da Lapa é uma das que integram a Rota dos Tropeiros. Foto: Divulgação Oito cidades do suleste paranaense foram contempladas em leis de fomento ao turismo rural sancionadas pelo governador Beto Richa na última semana. O objetivo é a formalização das atividades destas duas áreas turísticas. As duas leis já estão publicadas.

Uma delas cria a Rota do Vinho, abrangendo ao todo 36 municípios. Da região, está incluído neste roteiro o município de Mandirituba. O objetivo é incentivar a produção no Paraná, desenvolver o turismo nas regiões produtoras e, principalmente, gerar emprego e renda no estado. A lei foi proposta pelos deputados estaduais Anibelli Neto, Chico Brasileiro e Maria Victória. Agora, a Rota do Vinho será incluída no calendário oficial do estado.

A outra lei regulamenta a Rota dos Tropeiros, com 22 municípios, dos quais oito são do suleste – Contenda, Lapa, Mandirituba, Quitandinha, Tijucas do Sul, Piên, Rio Negro e Campo do Tenente. Ela estabelece diretrizes aos estabelecimentos que compõem o roteiro para serem considerados turismo rural.

Segundo o estado, faltava a regulamentação para que os serviços oferecidos fossem amparados pelas leis de turismo rural. A proposta foi dos deputados Anibelli Neto e Rasca Rodrigues.

O diretor de Turismo da Lapa, Marcio Assad, enfatiza que é sempre importante ações como esta que valorizam o turismo, mas que o principal é a legitimidade destes roteiros e a consolidação de produtos turísticos. Ele citou como exemplo o projeto do Caminho das Tropas, do qual a Lapa foi pioneira há cerca de 20 anos.

O roteiro sugere a integração dos municípios. “Se nós mesmos nos visitássemos dentro da região, já seria um grande passo”, destaca. Segundo Assad, os municípios precisam fazer o dever de casa com boa infraestrutura e a iniciativa privada também fazer sua parte com qualidade. Para ele, a região tem potencial, mas é preciso agregar fatores e transformar esse conjunto de atrativos efetivamente em produtos turísticos.

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