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Campanha Outubro Rosa evidencia às mulheres a importância da prevenção

6 de outubro de 2017 em Geral - Comente

Campanha do Outubro Rosa foi lançada no Hospital Erasto Gaertner nesta semana. Foto: Assessoria de Imprensa/Hospital Erasto Gaertner Conhecida mundialmente, a campanha Outubro Rosa foi implantada para alertar as mulheres quanto à prevenção ao câncer de mama e do colo do útero e o diagnóstico precoce da doença. Para incentivar a participação das mulheres, as Secretarias Municipais de Saúde da região realizam diversas atividades durante todo o mês de outubro.

Referência no atendimento contra o câncer, o Hospital Erasto Gaertner, de Curitiba, lançou oficialmente nesta semana a campanha em parceria com importantes entidades. “Entendemos a necessidade da prevenção e do diagnóstico precoce. O câncer, quando descoberto em estágio inicial, tem altas chances de cura”, ressalta a coordenadora geral do hospital, doutora Carla Martins. De janeiro a agosto deste ano, o hospital contabilizou 3.533 novos casos da doença, sendo que neste período foram atendidas 251.319 pessoas.

Segundo dados do Hospital Erasto, em 2015 foram atendidos na unidade 1.224 casos de câncer em mulheres. Deste número, 21,4% atingem a mama, outros 19,4% a pele e 7,8% o colo do útero. O estudo revela ainda, que em 48,9% das pacientes, o tratamento teve a realização de cirurgia, seguido de 33,9% nos casos em que foi necessária a cirurgia e sessões de quimioterapia e radioterapia.

Ativa em seu trabalho, Marisa Tascheck recorda a luta para vencer os dois cânceres que enfrentou recentemente. Foto: Arquivo/O Regional

Quem passou por esta adversidade e venceu o câncer foi a empresária Marisa Tascheck, de Piên. “Eu nunca participei de campanhas de prevenção ou mesmo realizei exames. Em 2011, aos 38 anos, após sentir enjoos e tontura, decidi procurar o médico acreditando estar grávida. Para minha surpresa, fui diagnosticada com linfoma nas duas mamas. Na ocasião, o médico relatou que a doença estava em estágio inicial e que somente se manifestou em virtude do esforço físico. Com isso, fiz doze sessões de quimioterapia e me curei”, recorda Marisa. No ano seguinte, a doença voltou e atingiu o ovário. “Os médicos optaram pela cirurgia, a qual foi bem-sucedida e mais uma vez venci”, conta.

Após estes dois registros, Marisa realiza acompanhamento de forma frequente. “É uma doença muito cruel, que afeta o lado físico e, principalmente, o emocional do paciente. Felizmente, eu diagnostiquei a doença em estágio inicial, mas caso contrário, certamente, o câncer seria muito mais agressivo.

Por isso, destaco a todas as pessoas, principalmente as mulheres com a campanha deste mês, para que priorizem a saúde e façam os exames de prevenção”, concluiu Marisa.

Em Piên, segundo informações da Secretaria de Saúde, existem atualmente 28 pacientes com alterações na mama e 7 no colo do útero.

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